Glee 3.20 – “Props” – Resenha

Parece que finalmente, a equipe de roteirista entrou em sincronia com o titio Ryan e começaram a ousar nas frases, na criação de novas situações e a valorizar os demais personagens, sem contudo, apagar o brilho dos que já possuem a atenção, com isto em mente, só tenho a dizer que Props foi um episódio excelente, aquela “dramédia” que só Glee sabe fazer!

A começar pelo começo, ok… ok… Nesta situação é um pleonasmo válido, logo no “previously” já podemos notar que o foco seria em Tina, que de fato é ignorada desde sempre, você notouo que ela havia passado por tantas fases e estilos? Assim como eu, acredito que não também…

Deixando Tina um pouco dela – novamente, rs, o episódio começa com Sue preocupada coma repercussão de Unique aka neta da vovozona, que se tornou uma espécie de celebridade no mundo dos corais Show, e para combater o fogo ela prefere lançar mais fogo, e quer que Kurt seja uma Crossdresser – Só um parêntese, existe uma pergunta que não quer calar: Do que o Kurt se vestiu no Haloween?  A) Vanessa Hudgens? – Voltando, ainda bem que com bom senso ele recusa, entretanto, risos eternos sobre o possível alter ego “Porcelina”!

E com relação a não se deixar levar pelas adversidades, Rachel nos presenteia com won´t give up, a música ficou bela como poderia ser.  Após cantar, Rachel deixa a zibilionésima mensagem para  madame T. , afinal, o não já temos, então não custa nada encher a caixa de voz de alguém com pedidos? Sim ou com certeza?

Quero ressaltar aqui, perceberam a quantidade de cenários diferentes neste episódio? Sempre reclamei da ausência de vida fora da escola em Glee, do qual acredito ter sido um dos motivos que tornou um pouco previsível e cansativa a segunda temporada, desta vez, além do anfiteatro, e da sala de ensaio, tivemos também um passeio de carro, o quarto da Rachel, o comitê de figurinos, além da já conhecida sala dos professores e seja lá qual seja o nome da sala em que a Coach do time da escola faz suas declarações.

“Nationals”: esta palavra  comanda todas as posteriores ações dos personagens e temos o  plot da nossa querida, como ela deixou bem claro,  TINA COHEN CHANG! Que cansada de ser um acessório humano para o New Directions, resolve soltar a fera reprimida, como dizem, se algo incomoda, uma hora você explode e nada mais conveniente próximo as nationals, afinal, a pressão para vencer faz com que a adrenalina suba a mil e atitudes como essa sejam justificadas, pausa para risos eternos com Rachel oferecendo a propina de 50 dólares.

Gostei da interação entre as duas, gosto também da cretinice do Mr. Ryan, que pega tudo que nós costumamos a dizer e solta na boca dos personagens, Tina será a única remanescente dentre os originais para o ano que vem, e esse episódio, foi uma espécie de teste para ver se ela pode receber a coroa como a principal vocalista feminina, porque vamos lá, Sugar não dá neh?

E como prova disso temos o momento em que Tina se torna Rachel,  só um aviso, Ryan Murphy Adverte : Quando usar o celular não faça nada além de usa-lo! As consequências vão de acidentes no trânsito até transtorno de personalidade múltipla! Precisamente o que aconteceu com a nossa asiática, que bateu a cabeça e começou a ver Glee com outros olhos ou digamos outras pessoas, destaque para  Puck e Finn de Blaine e Kurt  que foi hilário!

E afinal, o episódio que tinha o nome de acessórios descobriu que era melhor seguir apenas com a expressão corporal e emoção na voz, concordo, porque aquela cena de serralheria não  daria em nada! Alguma objeção?

Carregando o drama do dia, Mark Salling e Dot Marie Jones merecem no mínimo uma indicação ao Emmy! Foi uma das cenas mais tocantes e doces de toda a temporada, ambos são fortes e zelam pela imagem que possuem, mas, ninguém está isento de uma alma, algumas pessoas apenas fingem, e como todos sabem as palavras também machucam, portanto, nada mais conveniente que Mean para acalmar o coração!

E a lição foi aprendida, pelo menos Tina aprendeu, tudo tem a sua hora, todos são capazes, mas, deve-se valorizar aqueles que já fazem,  e para nossa alegria, o dueto de  What a Feeling com Rachel e Tina, foi uma espécie de um rito de passagem, onde a nossa asiática nº 1 recebe o bastão real de líder do ND, mostrando que não foi a toa  que durante um bom tempo os Trends foram dominados pelas HashTags : Tina and Rachel e #WhataFeeling !

Quero me desculpar pela demora, é que essa semana foi corrida, e agora estão preparados para a formatura?

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